Mutirão de limpeza para receber atletas do Festival de Alma Salgada

Seis dias antes da abertura oficial do Row To Win Water, a Praia de Cabeçudas cenário escolhido para as provas do Festival receberá um mutirão de limpeza. Grupos de voluntários formados por moradores, atletas, colaboradores de instituições privadas e organização do evento vão percorrer os cerca de 750 metros de praia para remover o lixo. O material reciclado será encaminhado para o Cooperfoz e os orgânicos para o aterro sanitário de Itajaí.

A concentração para o mutirão de limpeza na Praia de Cabeçuda está marcada para as 8h30 do dia 11 de maio, na praça que fica em frente ao Hotel Marambaia. No local, será feita a divisão dos grupos, áreas de limpeza e a entrega das luvas e sacos de lixo para a retirada da sujeira encontrada pelo caminho. A ação é aberta para a participação da comunidade.

O mutirão faz parte das ações de sustentabilidade do Festival de Alma Salgada e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Itajaí, por meio da participação do Instituto Cidade Sustentável. De acordo com o Diretor de Gestão Ambiental do Instituto, Aguinaldo Higino de Camargo Assis, este tipo de ação ajuda a manter a areia e a água limpa e sem contaminação e a boa qualidade de balneabilidade da praia.

 

Foto: Marcos Porto | Secom Prefeitura de Itajaí

 

Festival de Alma Salgada é grande aposta de evento náutico da Secretaria de Turismo de Itajaí

Itajaí carrega com grande responsabilidade o título de Capital do Turismo Náutico de Santa Catarina. A cidade é privilegiada pela generosidade da natureza e investimento de empresários que buscam fortalecer essa área do turismo e da economia para o país. A realização do Row To Win, que vai trazer atletas de 4 Confederações Nacionais, das modalidades de remo olímpico, stand up, canoa havaiana e surfski vai gerar grande destaque no cenário esportivo ao município. Afinal, os olhares estarão voltados a Itajaí, que simultaneamente vai ser a sede da 2ª etapa do Brasileiro de Canoagem Oceânica.

“A rede hoteleira é a primeira a comemorar a realização do evento. Mas a organização espera movimentar todo o trade turístico, que envolve desde hotéis e restaurantes, até fornecedores e a divulgação do município dando visibilidade para a cidade”, comenta a gestora de Comunicação, Marketing e Sustentabilidade da Secretaria de Turismo, Adriene Carlotto.

Além de receber os esportistas, o RTW Water ainda vai integrar ações de meio ambiente, esporte e cultura. Na programação estão previstas atividades como: Operação Limpa Praia com a comunidade e Limpa Mar com os atletas, aulas gratuitas de Dança Polinésia e uso de materiais sustentáveis, por exemplo. Atividades planejadas obedecendo as diretrizes do compromisso assumido por Itajaí, quando se tornou a primeira cidade brasileira a levantar a bandeira da sustentabilidade da ONU.

Agora, a expectativa é grande para que as condições climáticas sejam favoráveis e o espetáculo no mar consagre o Row To Win.  “O evento Row To Win teve total apoio da Secretaria de Turismo pois, acredita na capacidade e motivação do organizador do evento. Em anos que o município não realiza a Volvo Ocean Race, maior acontecimento náutico do Planeta, é necessário que tenhamos organizações como a do Row To Win para colaborar com o calendário da cidade”, completa Adriene.

 

 

Fotos: Alex Mello e Multimídia Assessoria de Imprensa

Campeão de travessias no Rio Grande do Sul estará em SC para o Row To Win

Parar para ouvir a trajetória de um atleta é ter a chance de conhecer histórias inusitadas. É ter a oportunidade de mergulhar em momentos de superação, descobertas e mudanças. Para o designer gráfico e atleta gaúcho de Sup Race, Sandro Teixeira Branco, conhecido como Xerife, a descoberta do Stand Up como prática esportiva divide sua existência entre um antes e depois. Xerife é campeão das travessias do Rio Jacuí 18km e, do Rio Taquari 16km, no estado do Rio Grande do Sul.

Antes desta relação de amizade que compartilha com a prancha, o atleta era pescador e decidiu usar pela primeira vez o Stand Up para a pesca de tainha de tarrafa. “A primeira vez que eu peguei a prancha eu subi e já remei e logo senti que eu era bom naquilo. A partir daí comecei dar aula, adquiri pranchas e a remar com mais frequência. A minha primeira prova foi em 2016, na categoria iniciante eu fiquei em 2º lugar no Campeonato Gaúcho e depois daí pra frente só fui mudando de categoria. Eu abandonei a pesca e hoje sou um ativista ambiental na região onde eu vivo em São Sebastião do Caí. Em vez de pescar hoje eu solto peixe no rio onde eu aprendi a remar. A minha missão agora é fazer o rio respirar novamente”, destaca Xerife.

O atleta do interior do Rio Grande do Sul estará em Itajaí nas próximas semanas para participar do Row To Win Water. A previsão era competir na prova profissional, mas por causa de uma lesão vai correr no amador. Xerife lembra que além de confraternização e da expectativa de um evento único, o prêmio em dinheiro é um estímulo para os competidores. “O valor que será dado pelo RTW é um incentivo para os atletas que precisam custear a viagem e equipamento. É uma premiação que ajuda bastante, ainda mais agora que tivemos algumas mudanças no esporte e muitos remadores precisaram adquirir novos equipamentos”, comenta.

Outro ponto importante destacado pelo atleta é o incentivo às provas amadoras, ponto de partida para o fortalecimento da modalidade. Sandro chega ao Estado acompanhado da esposa e remadora de Sup Race, Gisele Motta que também vai disputar o RTW. A atleta é bicampeão gaúcha e terceira colocada no ranking catarinense.

Experiência técnica é aposta do Almirante Barroso para voltar a Série A do Catarinense

Em um mês, a torcida do Almirante Barroso vai voltar a vibrar e torcer muito pelo time. No ano do seu centenário, o objetivo do conjunto é um só: voltar à elite do futebol de Santa Catarina. Nesta tarde, 02, este foi o ponto alto da conversa da equipe técnica, que se apresentou no Camilo Mussi e já iniciou o planejamento dos trabalhos.

Para a Série B do Catarinense deste ano, o técnico Chiquinho Lima conta com reforços na equipe para auxiliar na preparação dos atletas. Marcão será o preparador físico; Nenê o auxiliar permanente; Nei, o auxiliar técnico; Márcio, o preparador de goleiros; José Wilson ( Zé) auxiliar de preparador de goleiros; Kleber, analista de desempenho; Borracha, Mordomo do Barroso; Carlos Severo ( Crispim), Supervisor de Futebol do Barroso; e Rodrigo Lima, Gerente de Futebol.

O trabalho será focado no histórico de cada profissional do elenco, para buscar o melhor desempenho e resultado do atleta em campo. Todas as condições físicas dos atletas serão analisadas e trabalhadas: resistência, força e as habilidades individuais. “ Me sinto privilegiado por ter uma equipe de profissionais tão competente do meu lado. O meu trabalho só vai desenvolver, se esses colegas me derem as condições adequadas. Eu vou ser a última peça da engrenagem. Importante sim, que dá a palavra final, mas que vai precisar de todo o suporte multidisciplinar”, comentou Chiquinho Lima, durante primeira reunião do grupo.

Os atletas serão apresentados no dia 6 de maio, próxima segunda-feira, às 15h.

Foi dada a largada para a disputa do acesso à Série A do Catarinense

A Comissão Técnica que vai iniciar os preparativos para a Série B do Campeonato Catarinense de Futebol 2019 chega ao Camilo Mussi, nesta quinta-feira, 02 de maio,  às 14h. O time vai ser treinado pelo técnico Chiquinho Lima, de 41 anos, que passou neste ano pelo Fluminense da Feira, na Bahia e já comandou o Barroso no ano passado.

Com ele, chegam:

1) Marcão: preparador físico que estava no Marcílio Dias;

2) Nenê: auxiliar permanente;

3) Nei: auxiliar técnico vindo do Prudentópolis;

4) Márcio: preparador de goleiros, que estava no Inter de Lages e já trabalhou com Chiquinho no mesmo time da Serra catarinense;

5) Kleber: analista de desempenho – último clube Desportivo Paranaense;

6) Borracha: Mordomo do Barroso;

7) Carlos Severo: Supervisor de Futebol do Barroso;

8) Rodrigo Lima: Gerente de Futebol vindo do Luziânia, do Distrito Federal.

Em alguns dias, os dirigentes iniciam os treinos com os atletas, que serão apresentados no dia 6 de maio, próxima segunda-feira, às 15h.

O campeonato inicia no dia 2 de junho e vai contar com 10 equipes: Internacional, Concórdia, Camboriú, Fluminense, Barra, Blumenau, Juventus, Guarani, Próspera e Almirante Barroso. O primeiro desafio do Barroso é contra o time do Próspera, de Criciúma, no dia 2 de junho, às 10h, em Itajaí.

 

Lazer ou competição? O Surfski cai no gosto dos amantes da canoagem oceânica

Queremos te convidar agora para conhecer um pouco do Universo do SurfSki. Quem fala da modalidade, dos cuidados, do susto que passou no mar, da paixão, é o Supervisor da modalidade Canoagem Oceânica pela Confederação Brasileira de Canoagem e pela CoSurCa (Confederacion Suramericana de Canotaje), Jefferson Sestaro, de 38 anos. O profissional já foi Campeão da Bahia Maratona de Canoagem 55km 2012, Campeão do Desafio 50k ACOAR 2014 e Vice-campeão Brasileiro de Surfski Duplo 2013, Vice-campeão da Copa Brasil de Canoagem Oceânica 2014.

Essa modalidade ainda é considerada nova? Como tem evoluído, na sua opinião?

Jefferson Sestaro: A modalidade é Canoagem Oceânica – Canoe Ocean Racing – e é bem antiga no Brasil, inclusive foi ela que ajudou a fundar a Confederação Brasileira de Canoagem em meados dos anos 80. Nessa modalidade, eram usados caiaques oceânicos para competição e o Surfski, que é o nome do tipo de embarcação que usamos atualmente, veio para substituir os caiaques oceânicos que eram mais lentos e menos seguros. Oficialmente no Brasil, em 2011 tivemos a primeira competição nacional utilizando o surfski, porém já existe há muitos anos em outros países.

Antes de 2011 tínhamos algumas embarcações surfskis no Brasil porém ainda não muito popularizados por que as importações eram feitas por particulares e eram raras pelos custos. Quando alguns fabricantes nacionais investiram em fazer um modelo próprio, começou a popularizar e em 2011, tivemos nossa primeira competição oficial com a categoria surfski. Que inclusive, era uma categoria a parte de outras na Canoagem Oceânica. Não demorou muito para que essa embarcação tomasse 100% de uso nas competições nacionais, extinguindo assim os caiaques oceânicos das competições. A evolução foi rápida porque todos viram os benefícios de performance e segurança que esse modelo de embarcação proporciona.

Quais os melhores locais para a prática dessa modalidade?

J.S:  O surfski é tão versátil que pode ser utilizado em qualquer local com água. Inclusive em Portugal, muitas escolas de canoagem substituíram caiaques de velocidade por surfskis para introdução na modalidade. Vale lembrar que o Brasil possui mais de 7 mil km de costa litorânea e qualquer praia pode ser um ótimo lugar para praticar a Canoagem Oceânica a bordo de um surfski. Claro que é necessária certa experiência para encarar passar arrebentação, condições do mar, etc. Além da opção de longa distância, também tem a opção de aproveitar as ondas da praia para surfar com um surfski, porém lembrando que cada modelo de surfski atende um tipo de condição de mar.

Conhece Itajaí? O que espera encontrar aqui para a competição? Que vai ser palco da 2ª etapa do Brasileiro?

J.S: Passei muito tempo da minha infância em Penha que é próximo a Itajaí, inclusive quase minha família se mudou para Itajaí nesse período. Minhas lembranças são muito boas principalmente pela parte de mar. Mais recente, visitei Itajaí nas férias com minha esposa e filhos, e não via a hora de remar.  Pelo que vivenciei nessas férias, espero que os competidores possam aproveitar o que a região tem a oferecer. Hospitalidade, locais famosos para lazer, boa comida e o principal, que o mar esteja favorável às disputas de canoagem oceânica durante a etapa do Brasileiro.

O que mais te surpreende/ impressiona nessa modalidade?

J.S: O que mais me surpreende é o potencial que essa modalidade tem e ainda não está claro para todos. Muitos acham que ela é só alto nível e competição, mas que competição não é? O que prego é que além da parte competitiva, existe um estilo de vida surfski. É você ir pro mar se conectar com a natureza. É aproveitar o que tem de melhor naquela condição com seu equipamento. Por mais que você reme todo dia no mesmo lugar, pode ter certeza que cada dia será uma experiência diferente.

A comunidade surfski cresce muito ao redor do mundo, com centros especializados onde te oferecem desde o equipamento como hospedagem e a experiência de remar.

Na Europa, durante o verão, cada vez mais o pessoal pega seus motorhome, colocam o surfski no rack e partem para as cidades litorâneas em busca das melhores condições. Isso é o estilo de vida surfski.

Qual o perfil dos atletas dessa modalidade?

J.S: Hoje temos diversos perfis de atletas na modalidade, porém o que predomina são os másters, acima de 35 anos. Segunda pesquisa que fizemos em 2015, o perfil é classe A/B, com idade média de 40 anos, 1.78m e 80kg. E a explicação é fácil: o custo do equipamento é um pouco alto. Portanto, as pessoas de mais idade que tem uma condição financeira mais estável conseguem sustentar a compra de equipamento, viagens, etc.

Já passou por algum susto?

J.S: Prezo muito pela segurança e quem está no mar, está passível de sustos. Por isso, procuro sempre anular esse risco, é imprescindível quando você vai remar seguir alguns protocolos de segurança, como tentar não ir sozinho, se for sozinho, avise alguém qual sua rota planejada, use colete flutuador, use leash, leve um telefone numa capinha estanque no colete, leve um apito… óculos de sol, boné, camisa com proteção UV, tudo isso também faz parte da segurança. Ah, hidratação e alimentação também! Meu maior susto, que quase custou minha vida, foi em uma travessia de 30km do Guarujá à Praia Grande, litoral de SP. Olhei a previsão de vento e estava prevista uma boa lestada – Vento Leste – na região. Coloquei meu surfski no carro e fui até meu ponto de saída. Minha esposa foi comigo para trazer o carro de volta e me resgatar na Praia Grande. A remada foi sensacional, um downwind perfeito. Downwind é o nome dado quando você sai de um ponto A e chega em um ponto B, aproveitando as ondulações em alto mar formadas pela corrente e principalmente pelo vento, que deve estar alinhado com a ondulação. Torna inclusive o surfski como a embarcação a remo mais rápida atualmente.

Porém, quando eu estava próximo ao desembarque, 30km depois, estavam quebrando ondas muito forte na praia do desembarque. Meu surfski era novo, tinha acabado de importá-lo e fiquei com receio de danificar o equipamento. Esse foi meu primeiro erro, priorizar o equipamento e não a minha segurança. Peguei meu telefone e liguei para minha esposa, avisando que eu iria abortar a chegada em Praia Grande e iria para a cidade vizinha São Vicente. Meu segundo erro foi avisá-la que demoraria no máximo 30 minutos a mais para chegar em São Vicente. Eu já estava fadigado, bem cansado mesmo e minha água havia acabado. Tive que encarar de frente toda força do vento que me trouxe do Guarujá, não foi fácil. Meu terceiro erro foi ter tomado a decisão de mudar minha chegada, sem ter levado em consideração a distância e condições do dia. Remei cerca de 5km com ondas e vento lateral o tempo todo. Por já estar cansado, foi muito difícil estabilizar o surfski. Cheguei a capotar no mar algumas vezes e tive dificuldades em remontar, mas Graças a Deus, tirei forças de onde não conseguia e cheguei no destino cerca de 1h30 depois de ter avisado minha esposa, que já havia acionado o Corpo de Bombeiros pedindo resgate no mar, e eles disseram que naquelas condições não poderiam atender pois não tinham embarcação para tal. Nesse susto ficaram muitos aprendizados.

E qual a melhor história que tem para contar sobre a modalidade?

J.S: Histórias são várias mas acredito que a melhor é a que estamos escrevendo na Canoagem Brasileira. Estamos crescendo cada vez mais e colocando o Brasil no nível mundial. O trabalho é grande, mas a evolução está acompanhando. Oficializamos a modalidade em 2011, em 2013 já participamos do 1º mundial, em 2015 do 2º e 2017 do 3º, esse ano estamos indo para o 4º mundial da modalidade e teremos delegação brasileira presente.

O nível dos atletas brasileiros está melhorando inclusive colocando nossos atletas em testes na seleção brasileira de velocidade. Tivemos também o 1º sul-americano da modalidade e logo menos teremos um Pan-americano também. Trabalho para que cada vez mais tenhamos gente remando e que possamos identificar talentos.

Qual a realidade do Surfski no Brasil? Tem algum local que é mais comum?

J.S: Cresce cada vez mais. Vejo marcas internacionais tendo representantes nacionais. Marcas nacionais investindo em tecnologia para morder sua fatia do mercado. Vejo muito intercâmbio de atletas com experiências internacionais inclusive já tivemos um campeão mundial da modalidade vindo ao Brasil para realizar clínicas de aprendizado para iniciantes e avançados. Meu site tem muito material em texto para quem quiser conhecer mais sobre a prática, basta acessar www.sestaro.com.br lá inclusive tem muitos anúncios de equipamentos usados a venda. Já no meu canal do Youtube, procuro mostrar de forma didática como é a prática da modalidadewww.youtube.com.br/JeffersonSestaro

Pode citar alguns nomes, revelações da modalidade no país?

J.S: A elite hoje conta com nomes como Luiz Wagner Pecoraro, José Marcos Mendes Filho, Mayko Lucena, Alexandre Felipe Nascimento, Frederico Camargo, entre outros. Inclusive atletas olímpicos praticam surfski como Sebastian Cuattrin, que é embaixador do ROW TO WIN, Guto Campos, Celso Dias, entre outros. Eu gostaria de citar o nome de todos atletas da modalidade no país, pois para mim são campeões. Quem se dispõe a sair de casa para se desafiar, para mim é um vencedor.

Principal locutor de eventos de remo do Brasil é presença confirmada no RTW Water

” Chegou a Largada da prova principal. Hora que o bicho pega, a jiripoca pia, a cobra fuma, filho chora, mãe não vê, as mina pira, é a hora da bateria principal. Vamos chegar perto da areia”. Já bateu aquele frio na espinha né ao ler esse início bem com aquela entonação e rapidez? Essas frases serão ouvidas por algumas vezes nas areias da Praia de Cabeçudas, por uma voz bem conhecida do meio esportivo. Isso mesmo. Fernando Bonfá é o nome dele.

Atuando como locutor há 9 anos, o cara já narrou muitas histórias e garantiu boas risadas aos atletas em eventos ao ar livre, como corrida de rua, de aventura, montanha, ciclismo, vela. E há 3 anos tem se dedicado no nicho dos Paddle Sports: canoagem, Stand Up Paddle; circuito brasileiro de canoa havaiana e SUP, entre outros.

O paulista de 38 anos, desembarca em Itajaí pela primeira vez, com uma expectativa enorme para o evento. “A região sul precisava de um evento de uma magnitude mais importante. O esporte vem crescendo nessa localidade – Rio Grande, Santa Catarina e Paraná, e Itajaí será um grande ponto de encontro para esses atletas, com certeza”.

Para encarar qualquer parada, sem deixar que a voz sofra ou falte, Bonfá diz que um dos segredos mais importantes para ele é cuidar da voz com grande responsabilidade. É saber os momentos certos da entonação, da voz mais intensa ou menos.

Sempre atento aos detalhes, tem alguns nomes de narradores brasileiros que ele tem como referência. A organização e a rapidez de José Silvério grande lenda do esporte brasileiro, Silvio Luiz, pelo humor e espontaneidade, carisma e os bordões, além de admirar muito Milton Leite, Sérgio Maurício, Rhoodes Lima. “E eu tenho uma referência muito grande né, que é o Paulo Bonfá e o Marco Bianchique faziam o MTV Rock Gol, e que procuravam usar muito o humor com o esporte”, pontuou.

Para quem acha que o é só o locutor que coloca o público lá para cima, está enganado. Ele revela que o que mais o inspira é a motivação e o reconhecimento que recebe dos participantes nos eventos.

Mas de uma coisa ele não abre mão. É cair na graça do público e dos competidores. O nosso locutor revelou que já passou por poucas e boas. Foi jogado na água, tomou banho de cerveja, foi motivo de piadas e rimas nada convencionais. Qual será a próxima graça que o Bonfá vai carregar na sua trajetória? Alguém arrisca?

Competição de esportes náuticos é aposta de evento para o mês de maio em Itajaí

Lançamento oficial do Row To Win Water foi realizado nesta quinta-feira (25)

 

A partir do dia 17 de maio Itajaí vai viver uma nova experiência quando o assunto é o esporte. A cidade conhecida por sediar eventos internacionais abre as portas para um festival de competições náuticas.  O Row To Win Water – Festival de Alma Salgada pretende proporcionar aos moradores e visitantes a oportunidade de compartilhar a vibração de modalidades como canoa havaina, surfski e stand up. A competição será realizada na praia de Cabeçudas e vai trazer atletas de 4 Confederações Nacionais. Cada modalidade conta com um trajeto diferente de prova.

O lançamento oficial do Row To Win Water foi realizado na noite desta quinta-feira (25), no Iate Clube Cabeçudas. Durante a cerimônia os convidados tiveram a chance de sentir a energia e conhecer um pouco da estrutura e essência do festival. Na apresentação do RTW Water para os convidados, o idealizador do evento Maurício Boabaid lembrou que a organização quer tornar o festival uma referência nacional em recepção de atletas, estrutura e premiação.  O secretário de turismo, Evandro Neiva participou do lançamento e destacou a importância do Row To Win para o fortalecimento das atividades esportivas e turísticas da cidade. Evandro lembrou ainda o papel do poder público em incentivar de maneira institucional ideias inovadoras, assim como acontece com a Volvo Ocean Race.

Eventos náuticos do porte do Row To Win Water são realizados no eixo Ri0 – São Paulo. Aqui no estado é uma novidade e chega para atender uma carência de competições importantes e com visibilidade. Para o evento de maio Itajaí vai receber nomes conhecidos do esporte como o campeão Sebastian Cuattrin. O argentino que veio para o Brasil aos 5 anos, defendeu as cores do nosso país por mais de 20 anos na canoagem e conquistou centenas de medalhas e troféus, Para Sebastian a realização de um evento esportivo da magnitude do RTW Water, sem dúvida, gera grande expectativa para todos os envolvidos. Além de criar uma competição de alto nível, o que se busca é plantar aquela semente para gerar bons frutos para a comunidade.

Row To Win estimula prática de dança Polinésia

A cerimônia de abertura do Row To Win Water vai contar com a apresentação de dança Polinésia. Para preparar o grupo de mulheres a organização do evento está em busca de voluntárias. As pessoas interessadas em fazer parte do espetáculo podem participar das aulas gratuitas. Os encontros acontecem todos os sábados a partir 17h na Avenida Beira Rio em Itajaí.

OAB ITAJAÍ contesta tabela do TJSC para pagamento de honorários aos advogados dativos

A OAB Itajaí encaminhou aos juízes estaduais da Comarca um ofício solicitando aos magistrados que apliquem o valor máximo dos honorários advocatícios aos advogados dativos, que constam na Resolução CM5 do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Ainda utilizem em todos os casos, o parágrafo 4 do artigo 8º da Resolução, que determina a aplicação de 3 vezes o valor máximo aos advogados que prestam o serviço gratuito às pessoas sem condições de contratarem um advogado.

Esse pedido contesta os valores mínimos apresentados na tabela que desprestigiam o trabalho dos advogados e estão muito abaixo do previsto pela Tabela de Honorários da Ordem dos Advogados do Brasil, que tem a competência de tratar sobre remuneração aos advogados.

A justificativa da Subseção leva em conta o preparo que os advogados necessitam para atender as causas da sociedade e pontua que diversas ações judiciais podem demorar anos para obter a sentença. Esse assunto será debatido na próxima reunião do Conselho da Subseção da OAB de Itajaí, para analisar quais as ações serão definidas sobre esse fato: se os trabalhos serão paralisados ou haverá a realização de protestos.

Evento náutico mobiliza voluntários para receber atletas e turistas em Itajaí

O cenário espetacular que recebeu os primeiros banhistas do mar em Santa Catarina vai receber mais um título exclusivo para a sua história. Será na charmosa, familiar, aconchegante, convidativa para a prática esportiva, Praia de Cabeçudas, que cerca de 1000 atletas e milhares de espectadores vão se reunir no mês de maio, para a primeira edição do Row To Win Water.

Durante os três dias do evento, os competidores de diversos estados poderão sentir toda a energia deste local tão inspirador. Só pisando na areia, andando sobre as pedras, calçadas, será possível ter essa sensação única que a Cabeçudas oferece.

E não é só a paisagem que vai chamar a atenção. Por aqui, dezenas de voluntários darão um suporte a mais para a organização. São moradores de todos os bairros de Itajaí e até de outras cidades que vão auxiliar nas demandas de recepção, apoio logístico, entre outras atividades. O trabalho de voluntários será um grande diferencial e a intenção é interagir com todos os moradores da localidade.

Morando no bairro há quase duas décadas, Christiane Rebelo Cruz Cesário Pereira de 49 anos, será a coordenadora do grupo de voluntários que atuará durante os 3 dias de evento. “Ser voluntário é se doar; é sentir-se útil, colaborando; é uma oportunidade de troca de experiências e com isso, uma oportunidade de significativos aprendizados. Seja, você, um voluntário do Row To Win”, convida Christiane.

Quem quiser ser um voluntário pode conversar com Mariana, através do número: 47 99176-4333.

Curiosidade:

Cabeçudas tem aspecto de vilarejo e já foi conhecida como o calçadão mais charmoso de Santa Catarina, propício para exercícios ao ar livre. Foi nesta praia que ocorreram as primeiras práticas de banhos de mar no Estado. Seu nome originou-se da presença de tartarugas-cabeçudas (Caretta Caretta) em Itajaí. As rochas que adentram o mar formam um trapiche natural e são atrativos para pescadores e curiosos em visualizar a praia de outro ângulo. Habitada desde o século passado, esta praia de águas calmas e orla aconchegante é um dos locais mais procurados pelas famílias.

(Fonte: Turismo de Itajaí)

Foto: Marcos Porto – SECOM